- Art.1º . O amor pode apropriar-se de todo e qualquer coração, com ou sem ausência do dono.
- Art. 2º. Em presença de sentimentos inferiores, tais como a raiva, o ódio e o ressentimento, ao amor é permitido julgá-los e extraditá-los sem direido a reconsideração de pena.
- Art. 3º. O amor deve ser respeitado em todas as suas formas, sejam eças dirijidas a pessoas, coisas, vegetais ou animais.
- Art. 4º. Ao amor é sempre permitida a companhia do perdão, pois que sem este, ele está falsificado.
- Art. 5º. O amor tem o direito de ficar cego, surdo e mudo quando em presença de maledicências e pode apresentar-se como agente de paz diante de desarmonias e atos prejudiciais a todos os seres do planeta.
- Art. 6º. O amor tem licença plena para manifestar-se livremente, independente de raça, credo ou religião. Ele é incondicionalmente livre para viver em seu habitat natural: o coração.
- Art. 7º. O amor é bússola que aponta o caminho para a felicidade e assim deve ser indiscutivelmente reconhecido.
- Art. 8º. A todo aquele que banir o amor do seu coração será imputada a pena de solidão, isolamento e sofrimento perpétuo.
- Art. 9º. O amor nunca deverá ser responsabilizado por dores, perdas ou danos e tem amplos poderes para neutralizar todas as batalhas, sejam elas emocionais, familiares ou sociais.
- Art. 10º. Ao amor não se aplica leis trabalhistas: Ele pode exercer suas funções 24 horas durante todos os dias do ano.
- Art. 11º. Quando o amor entra em corações, deve ser bem recebido, bem tratado, bem nutrido e absolutamente livre para agir em prol de todos os envolvidos por ele.
- Art. 12º. Em nenhuma hipótese o amor deverá ser álibi para atitudes de más intenções, tais como, usá-lo como desculpa para enganar, iludir ou controlar corações. Também nunca poderá ser instrumento de brincadeira com o sentimento do homem ou da mulher.
- Art. 13º. Toda e qualquer tentativa de matar o amor será tratada pelo universo como crime contra a vida do próprio mandante.
- Art. 14º. O amor é partidário da lei de causa e efeito: Ele pode partir em definitivo da vida daqueles que optam pelo sofrimento diante das adversidades, e também daqueles que deixam cair em abandono.
- Art. 15º. Ao amor nada deve ser acrescentado e dele também nada retirado, posto ser o mais perfeito dos sentimentos e manifestações absolutas de Deus.